No primeiro de maio, o sol desponta,
E em cada mão há força que constrói,
No suor que a dignidade afronta,
Ergue-se o mundo que o trabalho foi.
São vozes firmes, ecoando em luta,
Tecendo o pão, a estrada e a canção,
Na lida diária, a esperança bruta
Floresce viva em cada coração.
Que nunca falte o justo reconhecimento,
Nem se apague o valor de quem faz,
Do campo à fábrica, em todo intento.
Que o tempo honre o labor que nos refaz,
E neste dia, mais que um momento,
Celebre-se o trabalhador e sua paz.
Sem comentários:
Enviar um comentário