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sexta-feira, 27 de março de 2026

Os horizontes - Montemor-o-Velho

 Nos campos largos de Montemor-o-Velho,

onde o tempo caminha devagar,

desliza o velho Rio Mondego,

como um segredo que insiste em ficar.https://images.openai.com/static-rsc-4/lVNFPSIarz2WgtxaPFEf8WLx3ak8uUg5HqkA-L19oc-dYKXZSJa9nDrfasyF-k9ImsYC5wn2jqOwfl4eLfVIBknBL3CyLEdcX9XJ9m44hm3PrcvhJBzXalI2mssHyCH_3eCF9bTzxwxt4oVG1LqJSDF2b4MZblp-Ij9O8u98HkBbuM8g5g_rXixyvUFI00Tx?purpose=fullsize

Espelho de céu e de memórias,
o rio canta em voz serena,
leva histórias de outrora
e murmura a alma pequena.

Nos arrozais do Baixo Mondego verdejantes,
o vento dança devagar,
entre águas e horizontes,
há um silêncio a respirar.

Garças brancas pousam leves,
como versos por escrever,
e o sol deita ouro breve
sobre a terra a florescer.

Em Montemor, tudo é tempo,
feito de água, luz e chão—
um poema aberto ao vento,
um sonho em cada estação.

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Os horizontes - Montemor-o-Velho

 Nos campos largos de Montemor-o-Velho , onde o tempo caminha devagar, desliza o velho Rio Mondego , como um segredo que insiste em ficar. E...