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Mulher
Entre palavras
que o vento as leva
De pregões na
boca do povo
Olhar de uma
Mulher
Regaço do
conforto
No calor de um
olhar
Sorriso desprendido
Coração bondoso
Mas nunca
esquecendo
Aquele tenebroso
Que tudo nos leva
Afinal em corpo
de serpente
Por vezes até
mente
Não a Mulher
Mas a sua mente
Mulher capaz da
criação
De lutar pelo seu
rebento
Até que a morte a
separe
Mas não
esquecendo
Do seu calor
afinal
Numa cama fria
Na escuridão da
noite
Mulher de lutas
infernais
Com tantas
virtudes
Mas nunca te
iludas
Do que ela é
capaz
Nos momentos difíceis
Em guerra ou em
paz
Não sei como
nasceu este dia
Nem sei o bem lhe
faz
Mais comercial
Sorrisos aos
molhos
Flores de um dia
Doces diferentes
Em cores
avermelhadas
Mulher capaz
Mulher bonita
Mulher fugaz
Mulher onde estás