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Sem se saber o bem que faz
Sentir a presença do ser
Sem saber o mal que traz
Sentir a distância de não se ver
Nestes caminhos escondidos
De palavras aos solavancos
Ficamos muitas vezes ofendidos
E perdemo-nos nos flancos
Sorriso que tarda em chegar
Memórias que atrofiam a mente
Tenho saudades em te abraçar
E fugir deste lugar somente
De malas aviadas pela mão
Lá vamos os quatro pelas ruas
Jamais vamos sentir a solidão
E os medos das noites escuras
Volta depressa para o meu lado
Abraça-me com muito carinho
Pareço um miúdo mimado
Quero andar ao teu lado devagarinho