Número total de visualizações de páginas

domingo, 18 de outubro de 2026

Entre o Rio e o Castelo

Entre o Rio e o Castelo



O Mondego corre manso,
leva o céu no seu caudal;
junto às margens, o descanso
tem o cheiro do juncal.

Montemor-o-Velho acorda
sob a luz da madrugada;
do Castelo, o olhar transborda
sobre a terra cultivada.

Nos Arrozais, a água espelha
nuvens brancas a passar;
o sol desce e põe vermelha
cada estrada de voltar.

Entre verdes Milharais,
ouve-se o vento crescer;
quem partiu guarda os sinais
do caminho para volver.

Sem comentários:

Entre o Rio e o Castelo

Entre o Rio e o Castelo O Mondego corre manso, leva o céu no seu caudal; junto às margens, o descanso tem o cheiro do juncal. Montemor-o-...