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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Pintura das palavras




Levo as cores da pintura abstracta
Dos quadros que um dia vou pintar
A tela ainda se encontra intacta
Mas de certo que vou pincelar

O canto que não tem censura
De ver o que não se quer ver
O riso por detrás da pintura
E de sentir o sorriso a surgir

Parto para águas profundas
Frias de morte e de dor
Mas nunca por nunca confundas
O amor que te tenho com sabor

Seja ele qual for
Agreste ou mesmo doce
Silvestre ou domador
É amor.

2 comentários:

SCHWERIN DE SOUZA. disse...

BELO QUADRO! PARABÉNS E UM BEIJINHO. MÃE E AVÓ.

Isabel Maguiar disse...

O Amor pode ser o sangue da vida se o pintamos de vermelho, pode ser o nosso céu se o pintarmos de outras cores, mas se o pintamos das cores erradas só pode ser morte e solidão.
Mas eu sei que sabemos isso, porque sempre acabamos por encontrar a nossa paleta.
beijinhos

1º de Maio

                No primeiro de maio, o sol desponta, E em cada mão há força que constrói, No suor que a dignidade afronta, Ergue-se o mundo...