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sexta-feira, 31 de março de 2023

O “coro” das Velhas

 




De manhã cedinho pinturas a condizer

Espartilho preparado com sapato calçado

Sem respirar com sorrisos de amanhecer

A hora está a chegar de mirar o empregado

 

Abrem-se os botões

Dão-se umas risadas

Caem uns tostões

É dia das miradas

 

Não sendo dia de feira

Lá se vai caminhando

Há festa na eira

Em ambiente apinhado

 

Soltam-se os sorrisos

Bem mascarados

Estão noutros pisos

Bem embrulhados

 

É dia de festa

Cantam os pardais

Depois de uma sesta

Atacam os milharais

 

Um dia de risota

E algumas facadas

Vai ele de mota

Com as mãos atadas

 

Olhares perdidos

Num limbo escuro

Sons sentidos

Dum um lume puro


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