AS PALAVRAS SÃO UMA ARMA QUE DEVIDAMENTE PERFILADAS FEREM COMO LANÇAS E MATAM SEM DOR. SÃO ELAS QUE ALIMENTAM A MINHA VIDA OS MEUS SONHOS OS MEUS AMORES. IREI PERCORRER VÁRIOS CAMINHOS UNS ABRUPTOS OUTROS PLANOS, NALGUNS PREDOMINA O VERDEJANTE, NOUTROS OS CASTANHOS DA MINHA TERRA E ÁGUAS CRISTALINAS DESLIZANDO EM DIRECÇÃO AO MAR. VAI SER NESTA MESCLA DE ODORES SABORES E CORES QUE VOU PERCORRER ESTA TELA VIRADA PARA MUNDO.
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
[TU]
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Alentejo desaparecido
Mar dos sonhos
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Água benta para minha cura
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Vazio...
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Olhares
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Estudante...
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
[A]deus Beja
sábado, 14 de maio de 2016
Tardes Ribatejanas
Vento que te impede de voar
Vento que te ajuda a adormecer
Vento que traz música de encantar
Vento e só vento
Uma tarde como tantas outras
No sossego desta casa
No emaranhado de palavras soltas
Que pouco a pouco se vaza
Procuro uma música desaparecida
Duns sons que outrora ouvira
Entre o desperta de um sonho
E dum chilrear de cotovia
Cerro os meus olhos e descanso
Ouço os passos de uma criança
Numa cadeira onde dou balanço
E no ir e vir olho a Lua e o terraço
E lá longe o mar esse manso
Uma vela empurrada pelo vento
Umas quantas azinhas pelo ar a esvoaçar
Na procura de alimento e não de lar
Esse mesmo por detrás do terraço
Onde a criança brinca e volta ao meu regaço
Nos seus cabelos lisos
Eu me revejo
Afinal já fui criança
No seu olhar meigo e maroto
Ora parado ou mesmo solto
Procura por debaixo da mesa
Um brinquedo mesmo pequeno
Mas sem medo
Tropeça e um gemido sai
Assim são as tardes no Ribatejo
Aqui mesmo por detrás do terraço
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Saudade...
Um lugar no monte
sábado, 26 de março de 2016
AJAL
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Irrealismo do ser...
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
LIBERDADE DA PALAVRA
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Navegar no sonho
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
A voz de minha mãe...
sábado, 2 de janeiro de 2016
Folhas caídas
Ao Meu Amor
Amor, em ti encontro meu abrigo, Nas horas de dor, és meu consolo. Teus olhos são estrelas que persigo, Teu sorriso é o mais belo ...
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Na estrada solitária até ao monte Ouço o chilrear pelo caminho Um pouco de água daquela fonte Onde em pequeno me saciava devagarinho Quer...
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Percorri trilhos e vi vales verdejantes Acordei com a passarada pela alvorada Já tinha visto muito disto antes Quando vivi para lá da madr...